A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.
A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.
Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.
A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.
E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.
Enfim, todos temos "leis" ou "príncipios" que nos regem, o que pensam a respeito destas e o que acreditam se aplicar? Contribua com seus pensamentos!
Tags: certo, da, espiritualidade, evolução, india, leis, momento
Permalink Responder até Academus Qualidade de Vida em 21 fevereiro 2012 at 6:32
Sartre defende que o homem é livre e responsável por tudo que está à sua volta. Somos inteiramente responsáveis por nosso passado, nosso presente e nosso futuro. Em Sartre, temos a ideia de liberdade como uma pena, por assim dizer. "O homem está condenado a ser livre". Se, como Nietzsche afirmava, já não havia a existência de um Deus que pudesse justificar os acontecimentos, a ideia de destino, passava a ser inconcebível, sendo então o homem o único responsável por seus atos e escolhas. Para Sartre, nossas escolhas são direcionadas por aquilo que nos aparenta ser o bem, mais especificamente por um engajamento naquilo que aparenta ser o bem e assim tendo consciência de si mesmo. Em outras palavras, para o autor, o homem é um ser que "projeta tornar-se Deus".
Segundo o comentário de Artur Polônio, "se a vida não tem, à partida, um sentido determinado […], não podemos evitar criar o sentido de nossa própria vida". Assim, "a vida nos obriga a escolher entre vários caminhos possíveis [mas] nada nos obriga a escolher uma coisa ou outra". Assim, dentro dessa perspectiva, recorrer a uma suposta ordem divina representa apenas uma incapacidade de arcar com as próprias responsabilidades.
Sartre não nega por completo o determinismo, mas determina o ser humano através da liberdade, não somos, afinal, livres para não ser livres. Afinal de contas, não é Deus, nem a natureza, tampouco a sociedade que nos define, que define o que somos por completo ou nossa conduta. Somos o que queremos ser, o que escolhemos ser; e sempre poderemos mudar o que somos. o quem irá definir. Os valores morais não são limites para a liberdade.
Em Paris, sob o domínio alemão, Sartre pôde utilizar suas referências para a liberdade. Organizava-se a Resistência Francesa. Sartre desejava participar do movimento, mas agindo a sua maneira. Não chegou a pegar no fuzil. Sua arma continuava sendo a palavra. Nesta circunstância, o teatro parecia-lhe o instrumento mais adequado para atingir o público e transmitir sua mensagem. Assim surgiu a primeira peça teatral de Sartre, As Moscas, encenada em 1943.
Animado pelo êxito de sua primeira experiência, em 1945 Sartre volta à cena com a peça Entre Quatro Paredes, cujos personagens vivem os grandes problemas existenciais que o autor aborda em sua filosofia.
A liberdade dá ao homem o poder de escolha, mas está sujeita às limitações do próprio homem. Esta autonomia de escolha é limitada pelas capacidades físicas do ser. Para Sartre, porém, estas limitações não diminuem a liberdade, pelo contrário, são elas que tornam essa liberdade possível, porque determinam nossas possibilidades de escolha, e impõem, na verdade, uma liberdade de eleição da qual não podemos escapar.
Oi Regiane, tudo bem?
Muito boas suas colocações sobre nossas escolhas e também bem fundamentadas nos pensamentos do filósofo Jean Paul Sartre que você citou: “A liberdade dá ao homem o poder de escolha, mas está sujeita às limitações do próprio homem.”
Mas, confesso que às vezes ou muitas vezes fico em uma encruzilhada não sabendo o rumo que tomo e é tão mais fácil pensar que já está tudo determinado e a “escolha” que eu fiz era essa mesma que tinha que ser feita. Tem assuntos mais fáceis como o exemplo que você citou, no caso do sapato, não há dúvida, mas quando envolve vidas, sentimentos, etc.
Até que ponto é só questão de escolha?
Quando envolve o outro, não é somente a minha escolha?
São tantas as dúvidas...
E a minha amiga filósofa Regiane, sempre tão polêmica, estou com saudades.
Milhões de abraços!
Bete querida, me chame de amiga!
Aí que consiste, pelo menos p/ mim, o interesse pela vida. Se tudo é determinado, eu posso sentar (não será uma escolha minha) e esperar tudo acontecer. Mas se eu posso escolher, eu sou o autor da minha história. E também o responsável por 'tudo' o que ocorre nela . Mas, será que tem, necessariamente que ser 'uma coisa ou outra? ', quem sabe não é uma mistura de determinismo e existencialismo, onde certos caminhos levam a determinadas jornadas e certas jornadas levam aos destinos...
Sei lá!
Saudade de vc tbm.
Bem-vindo a
Academus
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